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OPERACÃO ''CARTÃO AZUL'' TEM COMO ENVOLVIDO EMPRESÁRIO DE JOINVILLE

OPERACÃO ''CARTÃO AZUL'' TEM COMO ENVOLVIDO EMPRESÁRIO DE JOINVILLE

GOVERNADORA VAI LIBERAR AUXILIO EMERGENCIAL PARA AGILIZAR ECONOMIA E COMBATER A PANDEMIA.

 

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OPERACÃO "CARTÃO AZUL" TEM COMO ENVOLVIDO EMPRESÁRIO DE JOINVILLE

O empresário joinvilense e sócio da Dom Parking Nédio Domingos Vitório está envolvido na megaoperação Cartão Azul que investiga lavagem de dinheiro e falcatruas contra a prefeitura de Florianópolis, principalmente.

Também há outras prefeituras como a de Joinville como vitimas de Nédio onde ele teria aplicado um grande "calote" após a pendenga ter sido ajuizada. Ficou devendo para funcionários e não recolheu os impostos.

CONTRATOS ANULADOS

No caso da Prefeitura de Florianópolis, foi firmado um contrato em 2013, rescindido seis anos depois, em 2019, por falta de pagamento com uma dívida acumulada de R$ 20 milhões, que nunca foi paga.

Nédio pode estar envolvido em crimes de peculato, associação criminosa e lavagem de dinheiro envolvendo a empresa, que possui ramificações em cidades do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

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CPI NA CÂMARA

Assunto virou uma CPI na Câmara de Vereadores da Capital do Estado, porque havia denúncia de que a empresa de Nédio Vitório e seus familiares, estaria tirando computadores dando a pista que estava abandonado o trabalho e a cidade.

USO DO CACHIMBO

Segundo a investigação que vem sendo conduzida pelo delegado Jeferson Alessandro Costa, que conduz o inquérito na DLAV (Delegacia de Investigação à Lavagem de Dinheiro) a Dom Parking faz parte de um grupo econômico que conta com outras cinco empresas que já tiveram contratos anulados, desde 2002, para o mesmo serviço nos municípios de Jaraguá do Sul, Joinville e Balneário Camboriú. Caso típico do ditado popular que diz que o uso do cachimbo faz a boca torta.

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A CPI levantou que R$ 15 milhões de reais que deveriam ser repassados para a prefeitura, na verdade tiveram outro destino.  Os valores teriam sido  usados para pagamentos de boletos bancários pessoais e de despesas particulares, além de compra de bens. Em Joinville foram nove mandados de busca nesta quarta-feira.

DÍVIDA TRABALHISTA

Em Joinville, atuando como o cartão azul Joinville, o grupo familiar acumulou dividas trabalhistas. Fechou a empresa e não pagou funcionários que foram bater na porta da Justiça do Trabalho.

Na Capital, 165 empregados da Dom Parking tentaram reaver na Justiça seus direitos trabalhistas. A empresa operou de 2013 a 13 de setembro de 2019 no município e não depositou, durante todos esses anos, os 8% mensais do salário de cada trabalhador previsto em lei para o FGTS.

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COISA ESTRANHA

O delegado que investiga a fraude viu uma coisa estranha; "Chama a atenção o fato do contrato ter perdurado entre 2013 a 2018 sem nenhum questionamento. Pelo contrário, eles, inclusive, solicitaram o aumento de vagas", constatou.

Fácil de imaginar o motivo.

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DANIELA CONCEDE AUXILIO EMERGENCIAL

O Governo do Estado enviará para a Assembleia Legislativa (Alesc), ainda nesta semana, o projeto de lei que autoriza a concessão de auxílio emergencial para pessoas em situação de vulnerabilidade e desempregados que atuavam nos setores mais afetados pela pandemia de Covid-19.

A estimativa é que sejam atendidas mais de 62 mil famílias catarinenses. O investimento do Executivo será superior a R$ 37 milhões, com recursos já garantidos no orçamento.

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MINIMIZAR A PANDEMIA

"Entendemos que, neste momento tão difícil, o Governo de Santa Catarina tem de dar a sua contribuição para minimizar os efeitos da pandemia. A concessão do auxílio emergencial é essencial nesse sentido. Estamos atuando para salvaguardar a economia ao mesmo tempo em que aceleramos o ritmo da vacinação. O Governo tem atuado de maneira firme para que possamos atravessar esse momento complicado e garantirmos uma retomada imediata”, disse a governadora Daniela Reinehr.

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A  "COLA" DE JORGINHO NA CPI DA COVID

O senador Catarinense Jorginho Mello, PL, recebeu de mão beijada do Planalto as perguntas a serem feitas aos depoentes da CPI da Covid. Ele e outros governistas ligados a Bolsonaro, como o senador Cyro Nogueira.

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A determinação é para convocar médicos favoráveis ao tratamento precoce, tese defendida por Bolsonaro. Os requerimentos produzidos no Planalto teriam sido entregues pela namorada do advogado de Flávio Bolsonaro. Durma-se com um barulho desses.

Jorginho nega.

PALANQUE ELEITORAL

Pelas primeiras reuniões da CPI da Covid, ninguém quer apurar nada. Grupo ideológico quer tirar Bolsonaro da corrida eleitoral de 2022. A tese do impeachment é risível.

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SOLIDARIEDADE

Ainda consternados, o prefeito Adriano Silva e a vice Rejane Gambin manifestam condolências à população do município de Saudades, especialmente com os familiares das vítimas do caso lamentável registrado no Centro de Educação Infantil Pró-Infância Aquarela.

"Eu me solidarizo com as famílias das vítimas, com a escola e com a comunidade. Que possamos unir esforços e trabalhar por uma sociedade saudável, física e emocionalmente. Que Deus conforte a todos!”, afirma o prefeito de Joinville.

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MESMO DO MESMO

A prefeitura de Joinville assumiu em seus banners a cor laranja do Partido Novo. Carlito Merss, PT, fez o mesmo quando governou a cidade.

Lascou vermelho em tudo.

CONTAS REJEITADAS DE CARLITO

Já havia essa expectativa pelas lambanças praticadas em seu governo na área contábil. Isso sem contar os valores absurdos gastos com publicidade no último ano da sua gestão.

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Em reunião extraordinária, os cinco vereadores da Comissão de Finanças decidiram rejeitar as contas do município de 2012, último ano do governo de Carlito Merss (PT). Eles acompanharam parecer de Wilian Tonezi, que recomendou a rejeição.

RESTRIÇÕES

O parecer de Tonezi seguiu a orientação do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que encontrou oito "restrições de ordem legal" nas contas.

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Uma delas foi a realização de R$ 154,4 milhões em despesas, no último ano de governo, sem dinheiro para pagamento, nem previsão de caixa para o próximo prefeito pagar. Esse ato feriu o artigo 42 da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

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REPERCUTIU EM UDO

Segundo o vereador, o que mais pesou em sua decisão foram um déficit de execução orçamentária, de R$ 78 milhões, e a falta de R$ 123 milhões para pagamento de servidores no ano seguinte, 2013, já no governo de Udo Döhler (MDB).

O vereador Henrique Deckmann tinha pedido, na semana passada, mais tempo para analisar o assunto. Depois disse que a situação é "lamentável", mas que, em sua opinião, a comissão deveria concordar com o TCE.

Presidente de Finanças, o relator Wilian Tonezi afirmou que houve "ampla defesa" junto ao TCE.

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PROMULGAÇÃO

A rejeição é desastrosa para a vida politica de Carlito, com repercussão negativa. Depois de passar pela Legislação, o projeto de decreto legislativo será votado em plenário. Ao contrário dos projetos de lei, ele não é enviado ao prefeito, para sanção ou veto. Se for aprovado em plenário, o projeto de decreto será promulgado pelo presidente da Câmara, em até 48 horas.

MEDO DAS FACÇÕES

Vereadores estão preocupados com a segurança de condomínios residenciais de Joinville e com razão porque em alguns existe até o domínio de facções criminosas.

Trentino e Rubia Kaiser são os condomínios mais conhecidos desse modelo, cujos apartamentos foram viabilizados por meio da fase 1 do programa, destinada à população de baixa renda como meio de garantir acesso a imóvel próprio. Mas em Joinville ainda há os conjuntos Procurador Luiz Bernardo Wust Costa e Irmã Maria da Graça Braz, ambos no Jardim Iririú, e João Balício Bernardes, no Paranaguamirim.

Essas unidades são caracterizadas por terem um alto número de unidades e, portanto, de famílias, ocupando grandes porções de terra em áreas distantes do Centro.

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INVASÃO DE IMÓVEIS

O foco do debate dos vereadores esteve no Trentino, no bairro Boehmerwald, e no Rubia Kaiser, no bairro Jardim Paraíso. Problemas que teriam sido ocasionados por membros de facções criminosas, incluindo até a ocupação de imóveis dos condomínios, foram abordados pelos vereadores, bem como os procedimentos que os proprietários podem fazer para reaver os imóveis.

Caso de policia e presença da Caixa Econômica Federal, prefeitura, etc.

PENSANDO ALTO

Da série não convidem para sentar à mesma mesa o empresário lojista Alexandre Brandão e o presidente do Sindicato dos Empregados do Comércio de Joinville, Waldemar Schulz. Assunto rodou nas redes sociais a todo pau.

Brandão falou cobras e lagartos de Mazinho por causa do fechamento das lojas no dia primeiro de maio.

 

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